| Artigos | | 25/03/2008 |
| Óculos e Maquiagem |
| www.jnjbrasil.com.br |
É possível conciliar?
Quem usa óculos geralmente imagina que não há muito que fazer para realçar os olhos, uma vez que ficam escondidos atrás da armação. Por isso, freqüentemente capricha na maquiagem de outros pontos do rosto e deixa de lado essa região que é uma das mais importantes e mais visadas pelos interlocutores. |
Afinal, quando conversamos com alguém procuramos olhar em seus olhos como forma de demonstrar interesse e atenção no que está sendo dito. Mas será que não há meios de harmonizar óculos e maquiagem?
Com algumas dicas certas, dá para combinar óculos e maquiagem, sim. Quem garante é o maquiador Jaime de Alcântara Sales Júnior, do salão de cabeleireiros Soho Trianon, em São Paulo. "A maquiagem é um artifício fundamental para evitar que o olhar da usuária de óculos fique em segundo plano", afirma Júnior.
Mas é preciso seguir algumas regrinhas básicas, como ele aponta a seguir:
- A sobrancelha é um dos primeiros itens a merecer atenção. Ela nunca deve ficar escondida pela armação dos óculos. Se essa armação for do tipo quadrada ou retangular, é importante realçar a linha da sobrancelha, desenhando um leve ângulo com um lápis apropriado, mas tomando o cuidado para não deixá-la muito arqueada.
- Os óculos "escondem" cerca de 30% da maquiagem. Então é bom realçar o formato dos olhos com delineador ou lápis e sombras em tons de marrom. Mas não carregue muito na mão, pois pode correr o risco de criar um efeito muito dramático. Para encontrar a proporção mais adequada a seu formato de olho e tom de pele, faça alguns testes consultando sempre com sinceridade o espelho. Se encontrar dificuldade, também vale procurar a orientação de um maquiador.
- Muita gente desaconselha o uso de rímel por quem usa óculos. Mas é apenas uma questão de escolher o produto certo. No mercado existem máscaras que alongam os cílios e outras que apenas conferem volume. As usuárias de óculos devem ficar com essas últimas, pois realçando o volume dos cílios os olhos ganharão mais destaque atrás das lentes, sem ficar encostando nelas.
- Quanto às outras partes do rosto, procure investir numa maquiagem equilibrada. Tem gente que cai na armadilha de escolher um batom muito forte pensando que assim pode desviar a atenção dos óculos e acaba conseguindo um resultado duvidoso. O melhor mesmo é escolher tons que formem um conjunto harmonioso, em que um item não sobressaia mais do que o outro.
A cor dos seus olhos é...
AZUL: utilizar tons verdes, rosa e salmão.
Evite cores frias, como violeta e cinza.
Armações de aço.
VERDE: cores terra e suaves. Tons castanhos com reflexos dourados, acobreados, castanho-esverdeados e rosados.
NEGRO: Utilize tons fúcsia, rosa, azul brilhante. Nada de cinza, pois enfraquece o olhar.
CASTANHO: Destacá-lo sem agressividade utilizando tons de marrom e castanho, com reflexos dourados.
Com esses toques simples sua maquiagem ficará super chique. E seus óculos estarão perfeitamente enquadrados no visual.
Fonte: www.jnjbrasil.com.br
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| 15/10/2007 |
| Satélite usará câmeras e anti-reflexo inovadores |
Empresa paulista do setor óptico fornecerá tecnologia para CBERS-3
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Os investimentos em tecnologia de ponta têm sido bastante incentivados no Brasil nos últimos anos, sendo, inclusive, um dos fatores levados em consideração pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a liberação de financiamentos para empresas de diversos segmentos. É nesse contexto que uma tecnologia desenvolvida no País chega, talvez literalmente, ao seu ponto mais alto. Isso porque a Opto Eletrônica, empresa do setor óptico com sede em São Carlos (SP), será a responsável por fornecer câmeras digitais e o anti-reflexo de lentes que equiparão o satélite CBERS-3 (sigla, em inglês, para Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres).
O CBERS-3 faz parte de um programa feito em um acordo entre Brasil e China para desenvolver satélites de pesquisa de recursos terrestres, em 1988. Os dois primeiros aparelhos, CBERS-1 e CBERS-2, foram lançados em 1999 e 2003, respectivamente. O primeiro continha 90% de tecnologia chinesa e apenas 10% brasileira, enquanto no segundo a participação do País passou para 30%. Em 2002, um protocolo complementar foi assinado para definir o lançamento do CBERS-3 e do CBERS-4. Uma diferença destes novos satélites em relação aos anteriores é que os dois países contribuirão com 50% de tecnologia cada um. Entre as empresas do Brasil que fornecerão componentes para estes equipamentos está a Opto. “Para nós, é muito gratificante e, ao mesmo tempo, um grande desafio poder contribuir com este projeto. Sabemos que as condições do espaço sideral são bastante inóspitas e, por isso, um satélite enviado para lá deve ter qualidade e tecnologia extremamente avançada. Será, com certeza, um dos melhores laboratórios para desenvolvermos nossos produtos”, afirma Antônio Fontana, diretor da Opto Eletrônica.
A empresa paulista será a responsável por fornecer duas câmeras digitais (CCD) para captação de imagens e aplicar o anti-reflexo em suas lentes. A câmera MUX é a primeira desenvolvida integralmente no Brasil e pode cobrir uma faixa de 120 km de extensão com uma resolução espacial de 20 metros, sendo de grande utilidade para identificar desmatamentos e fazer controle de safras agrícolas. Já a câmera WFI tem resolução inferior, mas pode cobrir uma área de 890 km de extensão. “Toda a parte óptica está a cargo da Opto. Por isso, estamos investindo muito em recursos humanos e instrumentais. Temos a expectativa de que o Brasil tenha capacidade de desenvolver uma tecnologia de ponta que ainda não existe aqui. Dessa maneira, o projeto é duplamente desafiador para nós, pois não só temos que fornecer componentes de alta qualidade, mas também estamos assumindo uma responsabilidade de criar uma tecnologia que nunca foi feita no País”, explica Mário Stefani, Diretor de Desenvolvimento da Opto.
O outro componente do satélite a ser fornecido pela empresa é a sua mais nova tecnologia em tratamento anti-reflexo para lentes, o Opto Gold Extra Clean. Composto de titânio e quartzo, este produto pode resistir a intensos bombardeamentos de radiações cósmicas sem descascar, o que protegerá as lentes das câmeras do CBERS-3 contra possíveis desgastes. A durabilidade deste aparelho, aliás, representará outro avanço no programa, pois é o primeiro equipamento projetado para ficar três anos em órbita, enquanto os dois primeiros CBERS estavam previstos para permanecer dois anos em atividade. “A nossa participação começa justamente quando a colaboração e, portanto, a responsabilidade do Brasil cresce dentro do projeto. Ou seja, nosso produto foi escolhido para compor o satélite no momento em que a exigência sobre ele será a maior em toda a história do programa, sendo utilizado por mais tempo e submetido a situações ainda mais complexas”, ressalta Fontana.
O uso do Opto Gold Extra Clean, que também pode ser aplicado em lentes de óculos, será fundamental para que as imagens distribuídas pelo satélite não fiquem com claridade excessiva e tenham melhor qualidade, pois reduz os reflexos de lentes, que normalmente variam entre 4 a 8%, a menos de 0,3%, quase eliminando este efeito. “As condições de iluminação no espaço sideral exigem que o anti-reflexo consiga suportar níveis intensos de luz para que a imagem fique boa, já que o satélite está mais próximo dos astros luminosos do que a superfície terrestre. E uma imagem com boa qualidade do CBERS-3 pode contribuir para outros assuntos além das pesquisas de recursos terrestres. Desenvolvendo ainda mais o Opto Gold, ele poderá ser usado em satélites para qualquer finalidade, inclusive de defesa territorial”, finaliza o diretor da Opto.
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www.opto.com.br
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| 12/12/2006 |
| Nomination |
| Coleções! |
A história de Nomination se destingue desde os tempos de suas criações originais.
Preciosos acessórios nacidos a partir de idéais inovadoras, jóias de qualidade práticas e ecléticas que exprimem a personalidade de quem as veste. Nomination dá garantia de qualidade assinando todas as peça.
1987 Nomination inventou a pulseira COMPONÍVEL Classic, uma inovação absoluta no setor da joalheria. A pulseira torna-se rapidamente um acessório cult: o modelo de sucessivas coleções de sucesso para homens e mulheres de todas as idades. Nomination COMPONÍVEL Classic é a sua expressão, porque você a cria escolhendo letras e símbolos que o representam.
1988 Nasce XTE, a linha de pulseiras e anéis extensíveis. A nova série foi idealizada para a mulher dinâmica, que deseja um acessório prático e precioso ao mesmo tempo. Use-os um sobre o outro, misturando as decorações: ouro, pedras preciosas, cubik zircônia… E para um visual mais decisivo, combine XTE e COMPONÍVEL Classic!
2000 Dedicado ao novo milenio: Nomination 2000. Nasce um novo conceito de produto: a gargantilha que se torna pulseira e se transforma em tornozeleira. É fácil criar a sua jóia pessoal: é só escolher os pingentes preferidos e depois acrescentar ou tirar as chapinhas em aço, com um simples movimento.
2001 O sucesso do ano!
Chapinhas e cubos se entrelaçam em cordões de couro macio e colorido.
Você pode escolher CUBIAMO, com letras e símbolos, ouro nas quatro faces ou SAINT TROPEZ, passantes chatos, em aço e ouro 18 K, para criar nomes e composições fantasiosas. E para fechar a pulseira? Um sistema simples e original!
2002 A novidade em evolução é WATCH COLLECTION: duas versões para o relógio criado segundo a filosofia Nomination. Grande estilo e um único conceito revolucionário: a caixa que contem a pulseira componível Nomination. O fascinante Design Italiano, caracterizado pelos quadrantes de diferentes cores, desta maneira se uni à alta qualidade dos relógios suiços.
2003 Nomination acaba de lançar duas novas linhas que confirmam mais uma vez a própria criatividade.
A linha jovem denominada Rh Nomination é composta de gargantilha com pingente, a forma de placa em aço e ouro, que traz grandes mensagens de positividade incidida a laser como: paz, amor, sexo...
A linha Venus destinada a um público mais sofisticado compreende, por sua vez, uma série de pingentes de gargantilha de vários formatos compostos por um encaixe de madrepérola inserido em uma moldura de aço com parafusos de ouro.
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www.nomination.com
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| 13/12/2006 |
| Nomination... |
| História |
Se a moda fosse somente um negócio, Nomination não existiria.
Felizmente, no mundo da fashion, a criatividade e a iniciativa são determinantes. Assim ao lado das potentes holding dos grandes capitais a self-made company Nomination encontra espaço. E o impossível acontece: Nomination é leader mundial na joalheria em aço e ouro.
Paolo Gensini, o fundador de Nomination, é um ex-operário metalmecânico com o talento nato para ser empresário. Nos anos 70 consegue transformar uma sorveteria de província em um lugar freqüentado pelos Vips. A sua aventura de joalheiro começa em 1987, em um pequeno laboratório montado com aparelhagem de segunda mão. Os primeiros passos na joalheria - um mundo exclusivista e tradicionalista - não foram fáceis.
É uma idéia genial a abrir-lhe o caminho do sucesso: A invenção da pulseira componível. Com a componível Gensini abandona a velha tradição da jóia, uma-e-para-sempre, relançando-a como um volúvel objeto de moda. Graças à livre combinação das plaquinhas em aço e ouro, decoradas com esmale e pedras, a pulseira transforma-se de name-bracelet numa das jóias mais elegante, ou no acessório trendy mais livre, lançando uma mensagem única e pessoal. Unisex, robusta e preciosa, porém acessível, a componível será o acessório de joalheria mais popular de todos os tempos.
O primeiro a acreditar na pulseira componível é o filho do fundador. Antonio Gensini entra na empresa em 1988, quando ainda é um estudante de economia, dedicando-se ao desenvolvimento. Os resultados falam por ele. Propagando-se como um tamtam, nos anos 90 a fama da pulseira com as “letrinhas” chega em Milão, Veneza, Copenhaguen, Nova Iorque. A nova jóia torna-se objeto de culto, conquista os pulsos e o coração de Britney Spears, Madonna e Jennifer Lopez, das super estrelas Tom Cruise e Julia Roberts, da top model Daniella Sarahiba, da princesa da Suécia, Victoria, e da rainha do tênis Venus Williams.
Na onda do sucesso do seu best-seller, a família Nomination se estende às jóias ready-to-wear XTE (1988), joga com o conceito da componibilidade nos irônicos e coloridos acessórios fashion Cubiamo e Saint Tropez (2000), e nos relógios Redondo e Tonneau (2002). Vendidos em mais de sete mil joalherias e em dez store monomarca, as jóias Nomination se diferenciam das outras nas vitrinas de cada continente.
O sucesso desencadeia um exército de concorrentes, mas o público não se engana. O que faz a diferença é a filosofia que caracteriza Nomination desde que era uma pequena empresa; é a convicção que a criatividade e a pesquisa ainda valem mais do que o ouro; é o extraordinário cuidado com a manufatura, confiada a artesões florentinos que garantem padrões de qualidade elevadíssimos; é um novo conceito de jóia, desvinculado das velhas classificações para o dia e para a noite, uma jóia para viver e ser usada minuto por minuto.
Interpretando o Italian style com uma personalidade forte, Nomination exprime uma linguagem universal adequada à dimensão atual: aquela da grife internacional. Muitas coisas mudaram desde que Gensini abriu um pequeno ateliê em Sesto Fiorentino, mas a propriedade ainda está rodeada dos colaboradores de confiança dos primeiros e difíceis anos, mantendo as qualidades de uma grande famíla. As mesmas qualidades que fizeram da Nomination um mito.
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| 05/07/2006 |
| O Anti-Reflexo cresce e aparece ! |
| Mercado |
Entenda como os reflexos de luz prejudicam a visão.
O reflexo natural de uma lente sem tratamento anti-reflexo varia de 4% até 10% (dependendo do material da lente). Isso significa dizer que dos 100% de luz (imagem) que chega às lentes, de 4% a 10% fica retida, e o restante chega aos olhos. Ou seja, quando a luz atravessa as lentes dos óculos, o material das lentes “rouba” um percentual da intensidade da luz que deveria chegar aos olhos e os reflete na direção oposta.
Digamos que se uma lente comum perde aproximadamente 8% da luz disponível por causa de reflexões nas superfícies anterior e posterior, significa que 92% da imagem chega aos olhos (nesse caso, temos uma lente com percentual de 92% transparência ou transmitância de luz). Isso faz muita diferença. Essa diminuição da intensidade da imagem ocorre devido a dois fatores que atuam nos raios luminosos quando eles chegam na lente:
. Absorção da luz pelo material que constitui a lente;
. Reflexão da luz pelas superfícies (interna e/ou externas) da lente.
Os tratamentos anti-reflexo diminuem a reflexão das imagens nas superfícies de todas as lentes. Os melhores ARs do mercado garantem transparência de até 99,5% nas lentes.
Como resultado dessa redução dos reflexos, o usuário ganha, em resumo, visão clara e límpida, praticamente sem a presença indesejável de “fantasmas”, halos, sombras e outros tipos de reflexos de luz que causam fadiga visual e trazem muito desconforto a quem usa óculos.
Saiba mais acessando o site: |
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| 05/07/2006 |
| Computador Vilão da Visão |
| Dr. leôncio Queiroz Neto - Instituto Penido Burnier |
Pesquisa mostra que uso intensivo do micro causa cefaléia, olho seco e visão embaçada em 75% dos usuários.
Inédita no Brasil a pesquisa realizada no instituto Penido Burnier, em Campinas SP confirmou que o uso intensivo e inadequado do computador provoca fadiga ocular e prejudica a visão de 75 % dos usuários.O estudo foi realizado entre 2004 e o início deste ano, com 1,2 mil pacientes que usam microcomputador de 12 a 14 horas por dia. Ao todo, 900 pacientes (75%) se queixaram de cefaléia(dor de cabeça), olho seco e visão embaraçada – Sintomas que caracterizam a Síndrome da Visão no Computador, conhecida por CVS (Computer Visin Syndrome).
A Síndrome resulta, entre outros motivos, de pouco movimento do globo ocular nas atividades com o computador e também porque normalmente o usuário pisca menos diante da tela (de seis a sete vezes por minuto, contra a média normal de 20 piscadas/minuto). Isso reduz a quantidade de lágrimas, tornando os olhos mais vulneráveis a infecções.
Outro problema é que as imagens em pixels das telas de computador exigem que os olhos focalizem e desfocalizem milhares de vezes por dia, o que pode causar CVS em quem usa o computador por mais de 2 horas interruptas.
O médico afirma ainda que as 16,7 milhões de cores do monitor geram variações intensas de luminosidade, que acabam por sobracarregar o esfíncter iriano (musculatura que regula a entrada de luz até a retina), interfirindo na acomodação. A síndrome pode também estar relacionada à iluminação inadequada do ambiente e ao mau posicionamento do monitor, especialmente entre crianças. |
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www.revistaconvergencia.com.br
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